Hoje temos em nossa escola exibição de fotos das atividades do 1º quadrimestre para alunos e familiares. Aproveitamos para compartilhar as fotos da Festa da Roça que contou com a presença da família na escola.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Semana de Valorização da Família III - Encontro com Pais e Serviço de Orientação Educacional
Hoje acontece em nossa escola o II Encontro com Pais e o Serviço de Orientação Educacional, na pessoa da orientadora Luiza. O tema deste encontro é "Limites".
Apresentamos a seguir mais uma postagem "Lições para a vida":
DICAS DE COMO LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO DAS CRIANÇAS
O esporte é uma grande metáfora para a vida, uma Copa do Mundo em nosso país é uma ótima para conversar com os filhos sobre situações que com certeza se repetirão fora de campo: frustrações, derrotas, vitórias... O jogo da Copa pode ser um facilitador, um instrumento mediador para conversas de comportamento, valores e princípios entre pais e filhos. Aprender a superar as decepções é um exercício para que as crianças se tornem adultos maduros e sem medos. Perder no jogo, tirar notas baixas na escola, não ter o brinquedo que quer, sentir-se frustrado não é exclusivamente dos adultos: a decepção faz parte da vida das crianças e tem papel importante no desenvolvimento delas. Embora nenhum pai queira ver o seu filho triste ou sofrendo, é preciso ter em mente que ele vai passar por essa situação em diversos momentos da vida e que é importante para que a criança amadureça e se torne mais feliz. Aos pais, caberá estar ao lado dos filhos nessas horas, para prestar consolo e dar orientação. Quem aprende a superar as frustrações na infância se torna um adulto que enfrenta desafios com menos receios e medos.
QUANDO A CRIANÇA COMEÇA A TER FRUSTRAÇÃO?
A resposta é: desde o nascimento. Nos primeiros meses de vida, o bebê vive uma fase conhecida como fase egocêntrica, que se caracteriza por desejar que todas as suas vontades sejam atendidas imediatamente. Quando a mãe não dá o seio imediatamente após o choro (seu desejo), ela já o está frustrando, mas precisa aprender a esperar.
QUAL A IMPORTÂNCIA DE APRENDER A SUPERAR A FRUSTRAÇÃO?
As frustrações, por menores que sejam e, independentemente da criança, constituem situações onde ela constrói parâmetros internos para lidar com situações de conflito, negação e perdas. Faz parte do desenvolvimento infantil e do crescer. Nessas situações a criança aprende a ter condições emocionais de se equilibrar diante de um desconforto. Além disso, aprender a superar as decepções é um grande exercício de criatividade. A cada situação de frustração a criança consegue encontrar algo que a traga novamente ao equilíbrio. Ela encontra uma saída para lidar com o desconforto.
QUANDO POSSO AJUDAR A CRIANÇA A EVITAR A DECEPÇÃO E QUANDO NÃO DEVO FAZER ISSO?
Sigamos o seguinte raciocínio: se seu filho não estudar e não se preparar bem, provavelmente terá resultados decepcionantes na escola. Nesse sentido, você poderá ajudá-lo, orientando para que ele se empenhe nos estudos e evite a situação da frustração. Mas há outros casos em que você não deve intervir como por exemplo, vocês jogam uma partida de algum jogo. Não é porque ele é pequeno que você deve deixá-lo ganhar para que não fique triste. Também não deve dar tudo o que ele quer na hora que ele quer: saber esperar é um aprendizado importante. Os pais não devem ceder às manipulações do filho. A criança tem uma enorme capacidade de manipular os adultos e usam o que mais percebem que os incomoda: o choro, a recusa de alimentos, a perda do fôlego, para conseguirem o que querem.
O QUE ACONTECE COM A CRIANÇA QUE NÃO APRENDER A SUPERAR A FRUSTRAÇÃO?
O pai poderá atender o filho sempre que quiser, mas não poderá fazer isso para sempre. Quando a criança crescer e for inserida no contexto social ela vai vivenciar situações de frustração que poderão gerar dificuldades emocionais. A criança que não sabe lidar com as suas decepções se torna um adulto que não consegue perceber o outro. Cresce pensando que o que vale é o que ela pensa e o que ela quer. Tem também dificuldade de planejar e desenhar projetos em sua vida pessoal: pois quer que tudo seja do seu jeito, não consegue se organizar, ter metas e objetivos. Além disso, seus relacionamentos ficam restritos, pois não sabe como levar em conta o que as outras pessoas pensam ou querem.
POR QUE NÃO DEVO FACILITAR E DEIXAR MEU FILHO GANHAR O JOGO?
Quando jogar com seu filho, jogue de verdade. Facilitar, deixar ganhar só para que a criança não se frustre, mostra a ela que sempre irá ganhar seja qual for a situação. Quando a criança perde, é preciso deixar claro que você está ali para ajudá-la, mas que de fato nem sempre ganhamos. Ganhar depende de vários fatores como boa estratégia, treino, estudo. O importante é que a criança perceba que num primeiro momento a derrota dá uma sensação ruim, que logo passa. E mais: sempre há a oportunidade de jogar novamente. Os jogos também oferecem outros ensinamentos para a criança como esperar a sua vez, jogar apenas uma vez se errar, contar pontos... A criança tem dificuldade de perder e tende a manipular, desrespeitando as regras a fim de levar vantagem. É importante que nessas situações o adulto não permita que a criança mude a regra.
É IMPORTANTE ENSINAR A GANHAR E A PERDER?
Sim, tão importante como ensinar a perder é mostrar a seu filho como ele deve se comportar quando ganha. Ao ganhar, o importante é mostrar para a criança que se colocar acima do adversário e zombar são posturas que deixam o outro em situação de constrangimento e que perder para o adversário toma um proporção muito maior. Sentir-se bem, feliz e satisfeito faz parte duma situação de ganhar, mas ela não deve desvalorizar o outro.
COMO OS PAIS DEVEM LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO DO FILHO QUANDO ELE NÃO VAI BEM À ESCOLA?
A escola e os pais devem ajudar a criança a lidar com a frustração provocada pelas notas baixas. Uma proposta é que as escolas compartilhem com os alunos os critérios de avaliação que utilizam. Dessa forma, a criança pode fazer uma autoavaliação sobre o seu desempenho. Já os pais devem sempre valorizar o que os filhos já conseguiram e deixar claro que confiam nela, para melhorar e avançar em seu processo de aprendizagem. Os pais também podem ajudar as crianças a rever sua rotina de estudos.
Adaptado da página www.educarparacrescer.com.br
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Semana de Valorização da Família II - Lições para a vida
COMO AJUDAR OS FILHOS A LIDAR COM OS ERROS E FRACASSOS
Reconhecer o fracasso é melhor do que passar a mão na cabeça e poupar seu filho. Provavelmente, você já ouviu o samba Volta por Cima, de Paulo Vanzolini. "Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima." Não é que o biólogo e sambista estava certo? Para aprender com um erro ou fracasse e evitar que ele se repita, o primeiro passo é mesmo esse: assumir a sua responsabilidade na situação e pensar no que poderia ter sido mudado para alterar o resultado. Pena que isso não é bem o que costumamos fazer... Qual pai, por exemplo, diz ao seu filho depois de perder um jogo de futebol importante: "Você errou muitos passes, meu amor, não mereceu mesmo ganhar, tem de treinar mais"? Parece até cruel, né? É bem mais comum a criança ouvir frases como: "Tudo bem, o importante é competir", ou "Aquele juiz apitou mal demais o jogo", ou ainda "Você é ótimo, não se preocupe, na próxima você ganha."
Existem vários estudos para entender como o ser humano lida com o fracasso, porque algumas pessoas reagem bem às derrotas. Tem gente que perde o emprego ou termina um relacionamento e consegue aprender algo com a experiência. Outras sentem que são destruídas e passam a se sentir incompetentes, chegando até a ficar depressivas. As pessoas reagem de acordo como elas são educadas, incentivadas e treinadas, o que pode reforçar um maneira ou outra de se perceber. Na sociedade competitiva em que vivemos, abrir lugar para o erro e o fracasso é difícil. Mas o erro tem der ser visto coo uma informação. Ele é o aviso de que, daquela forma, o resultado não é alcançado, que é preciso empenhar-se mais, treinar mais ou mudar de estratégia. Não podemos ter medo de tentar para não errar. O erro faz parte do processo de aprendizado, não é um fracasso em si mesmo. Cientistas, por exemplo, tentam e falham constantemente, testam hipóteses, esse é o caminho do conhecimento.
Algumas dicas para ajudar seu filho a desenvolver a persistência e a confiança necessárias para trilhar esse caminho.
SER SINCERO - Quando a gente entra num jogo ou se propõe uma atividade, quer ganhar e acertar, obviamente. Por isso, não adianta, depois do fracasso, tentar reduzir a importância da atividade ou da competição e dizer que "aquilo era só para se divertir". O melhor a fazer é acolher a frustração da criança e não dourar a pílula. Aceite sua tristeza, ajude-a a elaborar o que houve e tente apontar caminhos: o que será que ela poderia fazer diferente na próxima vez?
DAR BOM EXEMPLO - Os pais sempre servem de modelo, é com suas atitudes que as crianças aprendem. Como você reage quando erra ou fracassa? Pais que assumem uma postura infalível, não aceitam críticas, competem por tudo e se cobram constantemente, passam esse modelo para a criança. Já aqueles que ao errar pegam mais leve e dizem: Puxa, errei, vou começar de novo, vão ensinar aos filhos que isso faz parte da vida, que cair não é o fim do mundo: a gente revê o que houve e se levanta.
NÃO TRANSFORMAR DERROTA EM VITÓRIA - Seu filho tirou uma nota ruim ou acabou sendo colocado no banco de reservas do time. Calma, você não precisa necessariamente ir reclamar com a professora ou com o treinador, dizendo que ele merece mais. Uma decepção não vai traumatizar seu filho para sempre. Converse com ele, tente fazê-lo entender o que aconteceu. Incentive-o, por exemplo, a pedir um retorno do professor ou treinador sobre a situação, para identificar o que pode ser melhorado. Ajude-o a aceitar e lidar com essas críticas em vez de tentar resolver para ele. Será que faltou mais treino? Que é preciso adotar outra estratégia? Tem de estudar melhor o adversário? Dar ao seu filho um prêmio de consolação também não é boa ideia. É importante permitir que ele assuma a responsabilidade ao errar ou falhar, sem recompensas e sempre tentar melhorar.
INCENTIVAR O PROCESSO - Quando a ênfase está colocada apenas no acerto, no resultado, e não no aprendizado, no processo, essa pressão pode se tornar prejudicial. O sucesso tem de ser encarado como o final de um processo que pode, sim, incluir erros e fracassos. Incentive seu filho a aprender, a procurar respostas, a cultivar sua curiosidade, mais do que a acertar. Querer aprender admite erro, acerto, tentativa e constrói saber. Querer aprovação e acerto leva muitas vezes a trapacear, afinal, o objetivo não está no desafio, no conhecimento e, sim, no reconhecimento do outro, apenas no resultado. Fazer para aprender é bem diferente. Para os que querem apenas acertar, um fracasso é um arranhão na imagem, não um desafio a ser superado. Com isso, no longo prazo, essas crianças acabam se dedicando somente ás coisas que dominam e avançam pouco, arriscam pouco.
TRABALHAR COM A ESCOLA - Procure informar-se, conversar e entender os métodos da escola. Tente acompanhar e entender o que está sendo feito, sem ficar cobrando cada passo ou colocando pressão. Muitas vezes a professora deixou passar um erro para testar a hipótese de uma criança, mas alguns pais já se desesperam e dizem que o filho não está aprendendo, sem saber de fato o que está acontecendo.
TALENTO PODE SER DESENVOLVIDO - Uma criança pode ter um talento inato, ter muita facilidade ou aptidão para determinada atividade. Mas isso não quer dizer que deve se dedicar apenas ao que faz facilmente. Exercitar-se e treinar sempre levam a uma melhora. Cultivar a persistência será útil para seu filho. Vale a pena mostrar às crianças que empenhar-se numa tarefa, mesmo que não seja fácil, e obter sucesso, também pode ser muito gratificante. A ideia de que o talento pode ser desenvolvido, leva a uma postura mais flexível, permite arriscar mais, ter menos medo do erro, uma vez que se acredita na capacidade de aprendizado.
NÃO FAZER DO FRACASSO ALGO PESSOAL - Eu fracassei não pode se transformar em "Eu sou um fracasso". Mesmo quem tem a tendência a pensar assim pode melhorar com tempo e prática. Educar não é apenas tolher, apontar erros. É preciso verificar quais são as dúvidas da criança, como ela chegou a determinada resposta e apontar caminhos. Na verdade, o erro não parece tão trágico quando você começa a se perguntar o que aprendeu com aquela experiência.
DESAFIAR-SE - Todo mundo tende a se sentir mais confortável em fazer o que sabe. Mas pode ser muito bom experimentar algo novo. Que tal você e seu filho aprenderem algo juntos? Tentarem algo que não faz sempre parte das atividades da família? Claro que é sempre importante medir o grau e a expectativa ali colocados. Não se trata de desistir quando aparece a primeira preguiça, mas é preciso conhecer a criança e avaliar o tamanho do desafio, para não impor algo insuperável. Outro ponto importante é dar tempo à criança. Ela vai cair algumas vezes antes de aprender a andar de bicicleta. Os pais têm de respeitar esse período que ela precisa para fazer as suas descobertas.
Adaptado da página www.educarparacrescer.com.br
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Semana de Valorização da Família I - Reunião de Pais
Hoje acontece em nossa unidade a 3ª Reunião de Pais e Mestres, um momento agradável e proveitoso para escola e família! Se os pais se preocupam com a vida escolar das crianças, a escola deve responder suas dúvidas. E para entender é necessário explicar aos responsáveis como os pequenos aprendem. Apresentar os registros das atividades, a concepção do trabalho, uma vez que a maioria dos familiares, por exemplo, foi alfabetizada de forma diferente, por meio da cópia e da cartilha.
Seguem algumas das principais dúvidas dos pais:
1- Por que algumas crianças, da mesma idade e classe, conseguem ler e escrever e outras não?
Porque o processo de aprendizagem é individual. Apesar de o professor orientar a classe toda, a trajetória de cada aluno é singular. O professor informa a sequência didática e as habilidades trabalhadas. O progresso de cada aluno fica claro nos registros individuais desde o início do ano e é explicado pelo professor.
2- Meu filho de 6 anos está no ensino fundamental e ainda não reconhece as sílabas. É comum?
Sim, é preciso saber como funciona o sistema de escrita convencional, pois durante muito tempo a alfabetização foi feita por meio do treino, da memorização das sílabas, mas hoje o trabalho é realizado de um modo mais eficaz. É preciso pensar sobre a forma como se escreve em atividades de leitura e escrita num sentido prático. Isso ocorre, por exemplo, quando ouvem você lendo um conto e refletem sobre as unidades da escrita vendo uma lista de palavras e nomes dos colegas.
3- Meu filho escreve as palavras coladas umas nas outras. Por quê?
É um fenômeno temporário e comum na fase da alfabetização, quando a criança procura reproduzir no papel o que escuta e fala. Acontece porque a criança ainda não reconhece o espaço entre as palavras como um sinal gráfico, o que vai ocorrer à medida que continuar sendo desafiada a ler e escrever. O professor faz intervenção para ajudar a criança a superar, pois há uma série de propostas didáticas para os alunos compreenderem a separação correta das palavras.
4- Qual o melhor jeito de estimular a criança em casa?
Incentivar o gosto pela leitura, por meio de livro infantil, suplemento de jornal, panfleto, gibi, revistas, convites, cartão etc. Lembrar de deixar o material ao alcance da criança, para que possa explorá-lo. Levá-la à biblioteca. Permitir o uso de computador com o manuseio do teclado, além de papel, caneta, lápis, entre outros materiais.
5- É comum os pequenos escreverem as letras ao contrário?
Sim, durante um período determinado na alfabetização inicial, eles podem grafar as letras de forma espelhada, porque estão em contato com muitos signos diferentes e novos e inclusive precisam diferenciar letras e números. Em nossa língua, escrevemos da esquerda para a direita. Se o aluno escreve ao contrário, faz a rotação das letras. Mas, durante o processo ele vai se aprimorando, à medida que o professor intervém, lança desafios, reforça a direção da escrita, corrige a rotação das letras por meio de referência, como o alfabeto da parede da sala ou lista com o nome dos alunos.
6- Existe uma idade ou ano correto para aprender a ler?
Espera-se que até o final do 2º ano todos estejam lendo e escrevendo convencionalmente, compreendendo a função da língua. Iniciamos o aprendizado da leitura ainda pequenos, quando temos contato com prática de leitura e escrita. É mais difícil para a criança quando ela chega à escola sem contato com livros e textos.
7- Quando deve ser iniciado o trabalho com letra cursiva?
Apenas após a criança apresentar uma escrita alfabética. Nesse momento, ela já começa a perceber outras formas de grafar a mesma letra. No início da alfabetização, o aluno precisa pensar em quais e quantas letras são necessárias para escrever as palavras, e as de forma maiúscula são as ideais, com traço simples e bem diferente uma das outras, pois as cursivas se emendam e muitas vezes confundem o aluno. O importante é ter uma letra legível e feita com rapidez, para mais tarde possuir agilidade nas anotações. Isso será útil nas tarefas escolares em outras situações da vida.
8- Meu filho pede que eu escreva o nome dele para que ele copie. Faço isso?
Sim, aprender a escrever o nome próprio é uma das formas mais significativas de iniciar a alfabetização e começa com a cópia de um modelo. A regularidade da forma do nome permite entender que a escrita fixa a língua falada. Toda vez que ele reencontra o seu nome, nota que ele tem as mesmas letras, na mesma sequência. E assim, vai construindo um repertório com significado. Trabalhar com a grafia dessa forma é importante para a reflexão sobre o sistema de escrita. Por meio da lista de nomes da classe, o professor trabalha semelhanças e diferenciação entre eles em vários momentos.
9- O que os pais podem fazer em casa para ajudar?
Os pais podem brincar com jogos e letras soltas. Colocar as letras na sequência do alfabeto, ler as letras na ordem, ler as letras de forma alterada, bingo de letras, bingo do nome dos familiares, forca, colocação do nome da criança nos pertences. Escrever uma lista de compra junto com ela, anotar bilhetes. Ler para a criança panfletos do supermercado. Achar letras do nome dela nas placas.
Texto adaptado da Revista Nova Escola
Texto adaptado da Revista Nova Escola
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Parabéns para o nosso vigilante, sr. Renato!
Hoje é o aniversário de um dos vigilantes que cuidam com carinho de nossa escola. Desejamos vida longa com muita saúde, paz e harmonia!!!
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Parabéns, professor Melqui!
Hoje é o aniversário do nosso querido e dedicado professor de Educação Física do período da tarde. Desejamos a ele muitos anos de vida com saúde e paz!
domingo, 20 de julho de 2014
Aniversário da nossa diretora Kátia
Hoje é uma data especial para nossa diretora, pois está comemorando mais um ano de vida! A família Goiás deseja muita saúde, amor, harmonia e sabedoria para continuar com esse sorriso cheio de vida e alegria!
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